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O FGTS tem vários tipos de uso, sendo que a compra de imóvel é só um deles. Seja por demissão sem justa causa, término de contrato por prazo indeterminado, aposentadoria, idade igual ou superior a 70 anos, entre outras, o FGTS possui finalidades diversas quando o assunto é crédito imobiliário. Sendo assim, ele pode ser utilizado em outras situações, não só na hora da aquisição, como amortização ou quitação do saldo devedor e abatimento de prestações.

Em quais situações posso comprar um imóvel com o uso do FGTS

Primeiramente, a pessoa interessada em realizar a compra do imóvel via FGTS deve se encaixar em alguns pré-requisitos. São eles:

  • Morar ou trabalhar no mesmo município onde deseja comprar o imóvel;
  • Não possuir um financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), seja ele em qualquer lugar do país;
  • Ser o titular ou coobrigado no financiamento que está adquirindo;
  • Possuir três anos de carteira assinada, mesmo que não sejam consecutivos;
  • Não poderá ser possuidor, proprietário, promitente comprador, usufrutuário, recebedor de doação ou cessionário de outro imóvel localizado no município onde pretende adquirir o novo imóvel.

Também existem algumas condições para aquisição em relação ao imóvel:

  • Ele deve ser destinado para a moradia do titular do financiamento;
  • No caso de construção sem aquisição de terreno, o terreno deve ser também de propriedade do titular do financiamento;
  • O mesmo deve estar matriculado no Registro de Imóveis competente e sem registro de gravame que impeça a sua comercialização;
  • Para os Estados de MG, RJ, SP e DF, o valor de avaliação deve ser de até R$ 950.000,00 e de até R$ 800.000,00 para os demais estados (para imóveis usados);
  • Para imóveis novos, os valores podem chegar até R$ 1.500.000,00, de acordo com a última resolução emitida pelo Banco Central, em 16/02/2017.

Fonte: Caixa Econômica Federal

Quem quiser comprar um imóvel utilizando o FGTS poderá fazê-lo, seja ele um imóvel residencial urbano, novo, usado, concluído ou em construção, desde que seja para moradia própria. O imóvel será, assim, financiado pelo SFH.

Em quais situações não posso comprar um imóvel com o uso do FGTS

  • Para aquisição de imóveis comerciais ou rurais;
  • Para execução de reformas ou aumento do imóvel;
  • Para a compra de terrenos sem construção que ocorra ao mesmo tempo;
  • Na compra de material de construção;
  • Para imóveis residenciais para terceiros, mesmo que sejam familiares ou dependentes.

Fonte: Caixa Econômica Federal

Como faço para sacar o FGTS para comprar um imóvel

Segundo a Credipronto, empresa especializada na consultoria de financiamentos imobiliários, o saque do FGTS pode ser feito por um agente financeiro, seja ele um banco, uma companhia de crédito imobiliário ou uma administradora de consórcio.

Com a solicitação do saque, o agente financeiro comunica à Caixa Econômica Federal para que seja feita a liberação do Fundo de Garantia, que é depositado diretamente na conta do vendedor.

Quer saber mais sobre o uso do FGTS na compra de um imóvel? Clique aqui e puxe o e-book completo da CrediPronto “Manual sobre o FGTS”

E se você quiser, faça uma simulação de financiamento, clicando aqui.

março 13th, 2017

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Muita gente diz por aí que o ano só começa depois do Carnaval. A verdade é que muitas pessoas, de fato, começam a pensar em investimentos e em oportunidades após o Carnaval passar. Isso acontece por muitos fatores, desde o fato das férias de janeiro já terem passado, até o fato das aulas já terem começado. Mas existe um fator mais importante quando falamos em comprar um bem de valor agregado alto, como um imóvel: a direção da economia. No mês de março, já é possível enxergarmos uma tendência nas medidas da economia brasileira e quais caminhos mais prováveis que serão seguidos em 2017.

Queda da inflação e dos juros

Os especialistas têm feito projeções de inflação abaixo dos 5% (veja mais aqui). Esses números, muito melhores que os anos de 2015 e 2016, aliados às seguidas quedas das taxas de juros farão com que a renda familiar volte a respirar. A possibilidade de juntar mais recursos ou de assumir uma parcela de um financiamento traz uma possibilidade maior para se comprar um imóvel, seja usado ou novo. A Selic caiu pela 4ª vez consecutiva, para uma taxa de 12,25%, e a tendência é que continue caindo, com possibilidades de chegar a 9,5% no final de 2017 (saiba mais aqui). Com esses números, podemos pensar em um aumento do PIB (Produto Interno Bruto) o que, consequentemente, trará o reaquecimento da economia.

Além disso, é muito provável que as empresas voltem a contratar e que o desemprego caia no segundo semestre, outro fator importante para trazer a economia de volta aos eixos.

Comprar um imóvel ficou mais viável

Com esses indicadores, podemos pensar em uma melhora significativa no mercado imobiliário. Comprar um imóvel em 2017 pode ser um ótimo negócio, com preços mais acessíveis, maior acesso ao crédito e renda familiar mais valorizada. As primeiras impressões desse ano já mostraram que o preço dos imóveis vem caindo em relação aos anos anteriores, fruto da crise econômica e do baixo rendimento do setor. Isso cria uma janela de oportunidades para 2017, já que em 2018 já existem projeções de nova valorização no mercado imobiliário. O momento, portanto, é oportuno para comprar um imóvel.

De fato, o Carnaval trouxe ótimas notícias e oportunidades. Afinal, o ano começou!

março 2nd, 2017

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Condomínio fechado - uma ótima opção - Lopes Erwin Maack

São Paulo é uma cidade que traz muitas opções, ainda mais quando estamos falando de imóveis. Uma das opções mais procuradas nos últimos anos têm sido o condomínio fechado. Por conta de facilidades como privacidade, segurança e lazer, os condomínios fechados em São Paulo têm apresentado ótimas opções, tanto para quem está acostumado a morar em casa de rua, quanto aqueles que se acostumaram a morar em apartamento.

Segurança e lazer em condomínio fechado

Para quem mora em um sobrado ou casa térrea, mudar-se para um condomínio trará, de imediato, o benefício da segurança. Com o condomínio estão embutidos os custos com cerca elétrica, guarita, alarme e monitoramento e, em praticamente todos eles, a vigilância 24 horas. Além disso, o condomínio permite uma área de lazer que pode não estar disponível em uma casa de rua. Já para quem mora em um apartamento, o condomínio fechado traz os mesmos benefícios que os condomínios verticais, como segurança e lazer, mas outros itens como privacidade e espaço. Aliás, as crianças são as mais beneficiadas em relação ao espaço para brincar, já que podem ficar livres como se estivessem na rua, mas com a segurança de quem está em um condomínio. E com muito mais liberdade do que em muitos condomínios verticais.

Estilo único e valorização do imóvel

Outro ganho importante é em relação à manutenção. Quem mora em casa fora de condomínio pode não ter essa preocupação ou cuidado constante (muitas vezes é um investimento que não se costuma realizar), mas quem vive em condomínio fechado possui uma preocupação maior com a manutenção – muitas vezes o regulamento do condomínio apresenta regras sobre a manutenção das casas. A maioria, inclusive, apresenta padrões na construção, que conferem um estilo diferenciado para a moradia e exclusivo dos poucos moradores do condomínio. Essas características trazem um importante reflexo sobre o imóvel: a conservação e sua consequente valorização no mercado.

Natureza presente no dia a dia

Outro item que tem pesado em favor dos condomínios fechados é a oportunidade de estar em contato com a natureza. A zona sul da capital de São Paulo, por exemplo, tem ótimas opções em casas de condomínio com áreas verdes dentro e fora das residências. Esse contato também pode acontecer em condomínios de apartamentos, é verdade, mas não da mesma forma para quem vive em uma casa e tem, por exemplo, uma jabuticabeira em seu quintal.

Morar em condomínio fechado é uma ótima opção, que pode até ter alguns custos adicionais, mas que no final das contas, valem o investimento e a qualidade de vida conquistada.

fevereiro 23rd, 2017

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Dicas para comprar seu imóvel - Lopes Erwin Maack

Escolher uma casa ou apartamento é uma grande responsabilidade e exige muita pesquisa e comparação. O primeiro passo para ser bem-sucedido na compra de um imóvel é saber se o seu sonho cabe dentro do orçamento. E aí, realmente não tem jeito. A única forma de chegar em um consenso sobre o assunto é ir atrás, pesquisar e ir visitar. Para ajudar nessa decisão, separamos algumas dicas, baseadas no que vivenciamos em nosso dia a dia.

Pesquise o imóvel dos seus sonhos

Pesquise primeiramente os imóveis por região, dentro da faixa de preço desejada. Se o valor estiver acima do que você tem em mãos, faça simulações (clique aqui que já podemos lhe ajudar nessa tarefa) para checar se uma parcela mensal cabe no seu bolso, para garantir que você consiga morar no bairro ou região pretendida.

Financie seu imóvel somente se a parcela couber no bolso

Seja bem realista em relação ao que pode pagar pela casa ou pelo apartamento que estiver adquirindo. Não arrisque entrar em um financiamento se a parcela apertar o orçamento familiar. E pense bem na região que está procurando. Se o valor do metro quadrado estiver muito alto, pode ser que não valha a pena morar na região se sua família não estiver bem instalada.

Não esqueça dos detalhes na hora da escolha

Lembre-se de checar itens importantes, como número de vagas, posição do sol, segurança da região, trânsito e valores do IPTU e condomínio. É importante também, no caso de quem tem crianças, checar as escolas da região antes de fechar o negócio. Analise também a infraestrutura da região em termos de serviços. Visite o local de dia e à noite para poder visualizar ambas as situações.

Se estiver adquirindo um imóvel usado, deixe bem claro ao corretor de imóveis quais suas preferências e os itens imprescindíveis que o imóvel deve ter. Se o imóvel não tiver as características desejadas, evite fazer visitas que possam desperdiçar o tempo de ambos e deixe que o corretor faça todos os contatos com o proprietário do imóvel, a fim de conseguir separar o lado emocional do racional.

Seja cuidadoso na compra do imóvel usado

Avalie com cuidado o imóvel escolhido e escolha sempre uma imobiliária que garanta a análise dos documentos do proprietário para evitar dores de cabeça futuras.

Não se esqueça de reservar um valor para pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e taxas de registro de cartório (esses valores chegam a aproximadamente 4% do valor total do imóvel) e não deixe de registrar sua escritura no Cartório de Imóveis.

fevereiro 17th, 2017

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